Quero pedir desculpa pela arrogância do post anterior. N me compete emitir juízos de valor acerca da racionalidade ou da complexidade de alguém , quando eu própria n sei o que sou. O que sou? Uma alma esfarrapada. N vejo resquícios de lucidez... aliás, o que existe e brota de mim é uma sordidez ímpia. Sim, é isso. "Sou um mar de sargaço" . Só vejo trevas e um vácuo perturbador. Podes dizê-lo. Cavei a minha própria sepultura, plantei árvores proibidas. Agora só me resta colher os frutos amargos e putrefactos da minha propria insanidade!!!
Sou um não-ser...
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